O Drywall é um sistema bastante conhecido mundialmente há dezenas de anos, mais precisamente há quase um século, e possui uma cultura já fortemente aceita na maior parte do mundo.
O processo gradativo de aceitação cultural da tecnologia drywall no Brasil para a construção de paredes e forros, não foi e não tem sido diferente que a ocorrida há anos no Chile, Argentina, México e outros países acostumados com os convencionais métodos construtivos.
A realidade é que hoje, a demanda de drywall no Chile é muito maior que a demanda interna brasileira, pois o drywall no Chile que apesar de bem menor que o Brasil em demanda de paredes e forros, inseriu esta tecnologia no país a muito mais tempo. O mesmo ocorrendo em todos os países onde o sistema fora introduzido no passado.
Comprovando assim que o tempo é tudo na realização e aceitação cultural do sistema no mercado da construção civil, seja onde for este desafio.
Finalmente o drywall está assumindo um papel altamente expressivo de demanda em todo o mercado brasileiro, pois a cada dia mais e mais arquitetos e engenheiro procuram adotar o sistema drywall em seus projetos e obras, principalmente devido as inúmeras vantagens que o sistema apresenta, confirmando que no futuro próximo será a opção principal na construção de paredes e forros em todo o Brasil.
As vantagens mais expressivas do drywall são:
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Rapidez na execução;
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Alívio de carga e conseqüentemente redução de custo na estrutura;
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Limpeza no canteiro da obra;
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Limpeza no canteiro da obra;
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A culturalização dos profissionais envolvidos direta e indiretamente quanto a organização, planejamento e controle da qualidade na obra;
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Compatibilização e otimização de frentes de serviços na obra;
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Montagem sistêmica industrial;
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Qualidade final superior á convencional;
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Fácil manutenção e alterações;
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Melhor nível dos profissionais executantes;
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Patologicamente correto quanto as dilatações, contrações e microfissurações;
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Altamente resistente ao fogo, umidade, impactos, som, etc...
Normas Técnicas
A Associação Drywall acompanha a elaboração de todas as normas técnicas ainda não publicadas sobre os sistemas drywall e seus componentes.
Segue tabela que resume o atual conjunto de Normas Técnicas ABNT do Drywall:
Para download em PDF
Acesse o site da ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas e adquira as NormasTécnicas Relativas ao Sistema Construtivo em Drywall
Programa de Qualidade
A Plani segue um criterioso processo de produção e instalação, conforme padrão de procedimentos aplicados em cursos expecíficos, garantindo assim a durabilidade e procedência do serviço final.
Todos os nossos fornecedores (fabricantes) das chapas participam do programa de qualidade PSQ-Drywall (Programa Setorial da Qualidade do Drywall), subordinado ao Programa Brasileiro de Qualidade e Produtividade no Hábitat (PBQP-H). Esse programa, lançado pelo governo federal, representa hoje o principal sistema de qualificação de materiais e sistemas construtivos utilizados no país, juntamente com o QUALIHAB, em São Paulo. Será, por extensão, uma garantia adicional aos incorporadores e construtores de que os materiais utilizados nos sistemas drywall em suas obras estão de acordo com os padrões de qualidade essenciais para o seu correto desempenho e a sua segurança.
O PBQP-H exige que todos os materiais de construção sejam submetidos a ensaios de verificação de conformidade em instituições neutras e idôneas
Meio Ambiente
A tecnologia drywall, que rapidamente vem conquistando a preferência de arquitetos, incorporadores e construtores brasileiros, causa baixíssimo impacto no meio ambiente, em comparação com os sistemas construtivos tradicionais, notadamente a alvenaria. Em primeiro lugar, gera uma quantidade de entulho muito menor, de cerca de 5% de seu peso (contra 30% da alvenaria convencional), o que facilita sua coleta e seu transporte. Além disso, seus resíduos, notadamente os restos de chapas e de perfis estruturais de aço, podem ser totalmente reciclados.
Os restos de perfis de aço galvanizado já têm soluções de reciclagem consagradas no mercado, a exemplo do que ocorre com a maioria dos metais, que podem ser facilmente reaproveitados pela indústria metalúrgica. Por outro lado, no caso específico das chapas para drywall, que são produzidas à base de gesso, testes efetuados em indústrias de cimento comprovaram que são 100% aproveitáveis no processo de produção do cimento, pois este requer uma certa quantidade de gesso, que, quando originário das chapas para drywall, apresenta um grau de pureza superior ao de outros componentes desse material utilizados no mercado, em razão do apuro tecnológico que cerca sua produção industrial.
A Center Calhas reconhece a importância da prática responsável em relação à comunidade e ao meio ambiente. Incentiva continuamente, entre as empresas associadas, a troca e o desenvolvimento das melhores ações de políticas ambientais que minimizem os efeitos da extração de matérias-primas, bem como das operações de industrialização, distribuição e aplicação de seus produtos no meio ambiente e em conformidade com as leis e regulamentações do país.
Reconhece ainda que, individualmente, cada empresa tem em sua filosofia de trabalho o compromisso de operar como membro responsável pelas comunidades local, nacional e global das quais fazem parte.
O gesso é um material ecológico em todas as suas fases de aproveitamento, desde a mineração da gipsita, sua matéria-prima, até a aplicação final dos sistemas de construção a seco baseados em chapas de gesso . Nestes, em particular, tem a capacidade de tornar os ambientes em que é utilizado mais agradáveis e confortáveis, em razão de suas propriedades físicas e biológicas:
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Atua como regulador do clima, mantendo o grau de umidade do ambiente em equilíbrio;
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É um isolante térmico e acústico natural;
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Não é inflamável, proporcionando proteção contra o fogo;
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É inodoro, livre de gases tóxicos;
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Não é agressivo à pele, daí ser aprovado para uso biológico;
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Tem baixa densidade e alta consistência;
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É eletricamente neutro;
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Não forma fibras nem poeira;
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Não tem efeito cumulativo no organismo pois é eliminado na urina;
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Sua extração, diversamente da de outras matérias-primas, não gera resíduos tóxicos e requer pouca interferência na superfície, em geral de duração relativamente curta.
Na Europa, onde a densidade populacional mais elevada requer um cuidado especial com a preservação dos solos aráveis ou por reservas florestais, os especialistas em meio ambiente das empresas de mineração têm tido pleno êxito na recuperação do equilíbrio das áreas mineradas, dando-lhes condições de reconstituição da flora e da fauna ou de reaproveitamento agrícola.
Da mesma forma, as fábricas de chapas de gesso e outros derivados da gipsita são instalações limpas, que somente liberam na atmosfera vapor d´água.
